Legislação para o Uso do Cânhamo

A legislação brasileira não permite o plantio, a cultura, a colheita e nem a exploração de qualquer vegetal ou substrato a partir dos quais possam ser produzidas drogas psicoativas. De acordo com a Lei n˚ 11.343/2006, o Brasil condena vigorosamente qualquer prática que envolva a Maconha, incluindo o uso industrial, atividade que não contém absolutamente nenhuma propriedade alucinógena.
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Apesar do cânhamo derivar de uma variedade da Cannabis Sativa L. que contém níveis baixíssimos ou quase nulos de compostos psicoativos, a planta é enquadrada no mesmo artigo criminal como uma droga e, portanto, deve ser combatida. Com isso, a economia do país perde uma renda astronômica pois, não apenas mais resistente que qualquer outra cultura, o cânhamo pode se desdobrar em mais de 25 mil produtos diferentes, os quais poderiam substituir outros que já estão no mercado poluindo o meio ambiente. Além de ecologicamente correta, a fibra do cânhamo é especialmente barata e de fácil extração.

Atualmente a planta é colhida para propósitos comerciais em mais de 30 nações como Canadá, Japão e em países europeus. Apesar de se apresentar como uma alternativa lucrativa para a economia de muitos estados brasileiros, o cânhamo é frequentemente devastado e destruído pelas autoridades brasileiras, baseadas em leis repressivas e equivocadas.

Estamos, porém, sempre monitorando os debates e discussões sobre o assunto, principalmente no que diz respeito à legislação. Para assim, podermos trazer para você as últimas atualizações sobre a situação desta cultura no Brasil.

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